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Thiago M. Athayde
Montes Claros (MG)
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Direito Administrativo
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É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...
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Thiago M. Athayde
Comentário ·
há 10 anos
Drogas: uma questão de criminalização ou de educação?
Pedro Magalhães Ganem
·
há 11 anos
Sim. Só trazem prejuízo à saúde de quem usa, nenhum beneficío, e ainda matam pessoas alheias à quem usa.
Vejamos, uma pessoa que fuma em recinto fechado, em casa (que não é proibido), não prejudica só a sua saúde, mas de outros também. E muitas dessas pessoas não respeitam a lei, fumando em lugares fechados e jogando bitucas de cigarro em qualquer lugar.
Uma pessoa que ingere álcool para tomar atitudes que não tomaria não estivesse sob o efeito da bebida, prejudica outros, além dela mesma.
Inclusive quem faz o uso de álcool e dirige, mata muita gente.
Por quê não deveriam ser proibidos? Só não o são por cultura. Já disse! Não vamos inserir uma outra cultura que é prejudicial ao usuário e a outrem, vamos?
Fica a reflexão.
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Thiago M. Athayde
Comentário ·
há 11 anos
Drogas: uma questão de criminalização ou de educação?
Pedro Magalhães Ganem
·
há 11 anos
Já há descriminalização do usuário, quem conhece a lei sabe. Os usuários que fossem pegos utilizando por 2 vezes (ou mediante cadastro para compra) deveriam é sofrer a pena de serem jogados no fim da fila do tratamento do SUS. Ai sim, legaliza tudo. Assim quem pode fazer autolesao, como vc defende, também não merece tratamento prioritário à vida.
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Thiago M. Athayde
Comentário ·
há 11 anos
Drogas: uma questão de criminalização ou de educação?
Pedro Magalhães Ganem
·
há 11 anos
Engraçado, defender a descriminalização, baseando-se na cultura do cigarro e do Álcool, que a muito tempo tinham propagandas livres e hoje já não existe a do cigarro e a do álcool tem suas restrições. O consumo diminuiu junto com o marketing, já as drogas ilícitas, mesmo sem marketing e com propaganda negativa tem se expandido.
Já não basta manter licitude do álcool e cigarro, justificada pela cultura que os difundiu lá atrás e que busca reduzir o seu consumo atualmente, vocês defendem a liberação das outras, hoje consideradas ilícitas. (Nenhuma é boa, só se mantém as lícitas por questão cultura, assim como dar direito de cotas aos negros pelo que eles passaram lá no passado. Não tem outro motivo para manter essa licitude).
O dano a sociedade é enorme, inclusive pagando tratamentos de saúde etc.
Descriminalizar o usuário deve vir acompanhado da legalização das vendas, pois pensar como você, é o mesmo que defender que não deve existir o crime de RECEPTACAO. Afinal o usuário não comete crime e o traficante sim?! Então se eu compro um carro roubado pra satisfazer meu ego, por prazer, não é crime?! Eu nao estou financiando o crime?!
Os defensores da descriminalização não tem nem argumentos consistentes.
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Luis Ribeiro
Comentário ·
há 9 anos
Quais as principais mudanças trazidas pela reforma trabalhista?
Renan Marins
·
há 9 anos
O Art 477 § 7º da "antiga CLT", previa assistência gratuita nas assistências e homologações. Porém, este parágrafo foi revogado pela reforma. Acontece que esta reforma, ao contrário de que muita gente pensava, que iria facilitar o dia a dia na relação empregado x empregador, na verdade criou foi um incógnita, já que tudo está previsto na CCT dos respectivos sindicatos. Ou seja, na prática, não teve reforma.!! Pelo menos da parte material. Sindicatos são muito autoritaristas e não estão nem ai para o que realmente importa na relação de emprego, a visão deles são outra.
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Edmilson Novais
Comentário ·
há 9 anos
Quais as principais mudanças trazidas pela reforma trabalhista?
Renan Marins
·
há 9 anos
Sempre explico para quem fala que empregador é explorador de que o trabalho não é obrigatório e, com ou sem reforma trabalhista, aquele que se sentir remunerado abaixo do merecido pode buscar outra oportunidade que reconheça suas qualidades. Além dos tributos o empreendedor tem que ser “pai” de muita gente que preferiu vender sua força de trabalho ao invés de empreender. Ocorre que quem combra quer receber mais por menos, ou será que alqueire vai a feira comprar banana e ao se deparar com o valor cobrado pelo vendedor lhe oferece mais pelo produto? Tenho para mim que o normal é pedir um desconto, ainda mais se a cara do produto não estiver como o esperado. Não quero subjulgar a força de trabalho a uma “banana”, mas não é algo sagrado que deva ser pago pela intenção. Há que se fazer por merecer. Tributo o empregador assimila ao produto, mas a surpresa do custo futuro da relação trabalhista é imensurável!
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Sizenando Naves dos Santos
Comentário ·
há 11 anos
Drogas: uma questão de criminalização ou de educação?
Pedro Magalhães Ganem
·
há 11 anos
Digo: "Educação e Criminalização", isto sim, é o correto. O Estado precisa agir nas duas vertentes, sob pena de fracasso nos efeitos de uma ou de outra das duas medidas.
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